Pular para o conteúdo principal

De uma semente pode nascer uma floresta...




O Grupo Espírita Eurípedes Barsanulfo - Cristalina(GO), desenvolve no bairro Cristal diversos trabalhos de Promoção e Assistência Social e no início de 2012, estávamos planejando a aula de evangelização - "Provas da Existência de Deus" para a turma da Pré-mocidadede, quando tivemos a intuição de fazer a experiência da germinação do feijão no algodão com água, para quem não se lembra de quando fez isso na escola colocamos a imagem acima.






Assim fizemos, falamos sobre o princípio de que todo efeito tem uma causa e que se trata de um efeito inteligente haverá sempre de ter uma causa inteligente e que desta forma comprova-se a existência de Deus pela suas obras. Ao final realizamos a experiência do feijão e todos levaram para suas casas. Como as atividades principais do Posto de Promoção e Assistência Social Espírita Maria de Nazaré são realizadas aos domingos, inclusive a evangelização, ficou acordado que todos iriam cuidar de seus feijões e que trariam de volta no domingo próximo.

A semana passou e no domingo seguinte a maioria da turma trouxe de volta os feijões, agora germinados e com pequenos brotos. Foi então que fomos questionado sobre o que fazer com aqueles feijões recém nascidos e num impeto intuitivo resolvemos que iriamos transplantá-los para uma pequena horta, para que eles pudessem prosseguir crescendo.

Fomos para o pátio do posto e escolhemos um lugar e em pouco tempo estávamos com o canteiro pronto. Quando estávamos plantando os feijões, um dos alunos achou uma espiga de milho e resolvemos plantar também. Chovia muito naquele período e logo os feijões e as sementes de milho se desenvolveram (na minha opinião, pois segundo uma amiga agrônoma muito brincalhona, aquele canteiro de feijões e milho estavam com todos os tipos de doenças possíveis em uma planta, eles passavam por uma existência verdadeiramente terrível). Mas, como nossa turma não é de se deixar abater, decidimos que iriamos ampliar aquele canteiro e plantariamos hortaliças para colocar na sopa fraterna, que é servida aos domingos a todos que participam do Posto.


No início não foi fácil, mas com o trabalho de todos levantamos os canteiros, adubamos e corrigimos o solo com calcário, cercamos o local com tela e hoje os primeiros frutos, ou melhor, as primeiras folhas estão sendo colhidas.


Nesse período, fomos presenteados com a participação na horta da Cristiana, que é Agrônoma e que com muito carinho e presteza tem tomado a frente deste trabalho. 



Sem nenhuma pretensão, mas apenas como reflexão destacamos que: se de uma semente pode nascer até uma floresta, não há dúvida que pode nascer também uma horta. 

Que Jesus nos ampare, pois o trabalho segue e assim que tivermos novas e boas notícias, compartilharemos com vocês.

Grande abraço e muita paz!!!





Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Estudo do livro Nosso Lar - Capitulo 1 - Nas Zonas Inferiores

NAS ZONAS INFERIORES Eu guardava a impressão de haver perdido a ideia de tempo. A noção de espaço esvaíra-se-me de há muito. Estava convicto de não mais pertencer ao número dos encarnados no mundo e, no entanto, meus pulmões respiravam a longos haustos. Desde quando me tornara joguete de forças irresistíveis? Impossível esclarecer. Sentia-me, na verdade, amargurado duende nas grades escuras do horror. Cabelos eriçados, coração aos saltos, medo terrível senhoreando-me, muita vez gritei como louco, implorei piedade e clamei contra o doloroso desânimo que me subjugava o espírito; mas, quando o silêncio implacável não me absorvia a voz estentórica, lamentos mais comovedores, que os meus, respondiam-me aos clamores. Outras vezes gargalhadas sinistras rasgavam a quietude ambiente. Algum companheiro desconhecido estaria, a meu ver, prisioneiro da loucura. Formas diabólicas, rostos alvares, expressões animalescas surgiam, de quando em quando, agravando-me o assombro. A paisa...

Estudo do Livro Nosso Lar - Capítulo 10 - No Bosque das Águas

10 NO BOSQUE DAS ÁGUAS Dado o meu interesse crescente pelos processos de alimentação, Lísias convidou:  - Vamos ao grande reservatório da colônia. Lá observará coisas interessantes. Verá que a água é quase tudo em nossa estância de transição. Curiosíssimo, acompanhei o enfermeiro sem vacilar. Chegados a extenso ângulo da praça, o generoso amigo acrescentou: - Esperemos o aeróbus. (1) Mal me refazia da surpresa, quando surgiu grande carro, suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos e repleto de passageiros. Ao descer até nós, à maneira de um elevador terrestre, examinei-o com atenção. Não era máquina conhecida na Terra. Constituída de material muito flexível, tinha enorme comprimento, parecendo ligada a fios invisíveis, em virtude do grande número de antenas na tolda. Mais tarde, confirmei minhas suposições, visitando as grandes oficinas do Serviço de Trânsito e Transporte. Lísias não me deu tempo a indagações. Aboletados conven...

Estudo do livro Nosso Lar - Capítulo 12 - O Umbral

O UMBRAL Após receber tão valiosas elucidações, aguçava-se-me o desejo de intensificar a aquisição de conhecimentos relativos a diversos problemas que a palavra de Lísias sugeria. As referências a espíritos do Umbral mordiam-me a curiosidade. A ausência de preparação religiosa, no mundo, dá motivo a dolorosas perturbações. Que seria o Umbral? Conhecia, apenas, a ideia do inferno e do purgatório, através dos sermões ouvidos nas cerimônias católico-romanas a que assistira, obedecendo a preceitos protocolares. Desse Umbral, porém, nunca tivera notícias. Ao primeiro encontro com o generoso visitador, minhas perguntas não se fizeram esperar. Lísias ouviu-me, atencioso, e replicou: - Ora, ora, pois você andou detido por lá tanto tempo e não conhece a região? Recordei os sofrimentos passados, experimentando arrepios de horror. - O Umbral - continuou ele, solícito - começa na crosta terrestre. É a zona obscura de quantos no mundo não se resolveram a atravessar as por...